Encontros Performativos: Reencontrar modos de encontro, Inês Moreira

Encontros Performativos: Reencontrar modos de encontro*

 

Por Inês Moreira / petit CABANON [Outubro 2009 ]

[título original: “Performative Gatherings: Reassembling gathering modalities” para catálogo do www.evento2009.org]

 

Tetrarc, com Concept Plastique, 2003 [foto: © Philippe Ruault]

Under the tree _ gathering and conversation

A árvore. Considerá-la local de encontro pode parecer bucólico: sob os ramos da árvore, protegidos dos raios do sol, os grupos organizam-se e encontram-se. A sombra da árvore é um tema comum do imaginário ocidental, transversal às diferentes épocas, culturas e classes. A estância sob a árvore sempre fez parte do universo popular, bem como do veraneio das classes abastadas, especialmente no despontar da burguesia e da cultura do lazer. Sob os ramos da árvore, a comunidade reúne-se e partilha a vida em comum. Muitas vezes merenda, bebe e estende a vida em público com actividades de lazer, num lago, num baloiço ou numa manta.

Local de origem, símbolo da vida e do conhecimento, a árvore poderá ter estado na origem da construção dos primeiros assentamentos humanos. Longa é a discussão sobre a origem do recinto, da enclosure, da delimitação de um interior e um exterior, cujos argumentos vão da construção, de Vitrúvio, à tecedura, como defendido por Gottfried Semper. Mas ganha um especial relevo com Viollet le Duc, pois com o entrançar dos ramos e o recobrimento com folhas e outros elementos vegetais sugere terem surgido os primeiros abrigos do Homem. Outro relato aponta para o fogo, o calor, como amenidade que congregou o Homem e potenciou a linguagem, o sentido de comunidade e o assentamento. As gravuras mostram a fogueira alimentada por troncos no seio da floresta. Ambos relatos apontam a árvore como matéria-prima, plástica e símbolo da conformação do local da comunidade.

A árvore é um lugar ancestral de encontro e reunião popular para debate, resolução e aplicação de decisões da vida em comunidade. Sob as árvores, sem mais construção, tecnologia ou apetrecho, ocorreram eventos que originaram e definiram a esfera pública. Na Alemanha, seguindo a tradição medieval de encontro ao ar livre em espaços naturais, a árvore era um lugar de reunião de assembleias, onde a população se encontrava para debater publicamente questões que lhe eram comuns. Aí surgiram as primeiras assembleias legislativas, antes da comunidade se alargar e o voto se tornar universal e assim substituir o encontro.

Estas assembleias – “Thing site” ou “ting place” – eram o lugar da coisa. Partilham o mesmo étimo latino que as denomina simultaneamente lugar da coisa ou causa. A etimologia de thing é explanada por Heidegger, “The old High German word thing means a gathering, and specifically a gathering to deliberate on a matter under discussion, a contested matter. In consequence, the old German words thing and dinc become the names for an affair or matter of pertinence. They denote anything that in any way bears upon men, concerns them, and that accordingly is a matter of discourse. The Romans called a matter for discourse res. The Greek eiro (rhetos, rhetra, rhema) means to speak about something, to deliberate on it. Res publica means, not the state, but that which, known to everyone, concerns everybody and is therefore deliberated in public.”[i] Inicialmente com a conformação “natural” dos seus ramos e copa, o thing site foi sendo progressivamente podado e plantado em disposições que permitiam a criação de grandes extensões cobertas para albergar os encontros da população sob edifícios vegetais. Progressivamente as copas foram sendo artificializadas, incluindo elementos construtivos, e tornadas quase-edifícios para uso em tempo adverso.

O local de encontro foi sendo proporcionado pela árvore, Barbara Dolmeyer[ii] apresenta como a árvore foi ganhando uma linguagem e substância simbólica que se sobrepunha à majestade natural e importava uma linguagem ao lugar da causa/coisa. A árvore foi frequentemente o local de punição dos acusados e o enforcamento, ou o linchamento, aí tinham lugar, restando os cadáveres castigados como aviso à ordem pública. A atmosfera democrática que se respira sob estas árvores tem o reflexo antagónico a violência praticada na aplicação pública de penas físicas. As causas eram as coisas que reuniam e davam forma a estas para-arquitecturas.

Hoje, procuram-se lugares públicos, de encontro, para tornar “as coisas”, e também “as causas”, públicas. Observemos a “árvore” concebida por Tetrarc, com Concept Plastique, um espaço que recupera simbolicamente o desejo de fundação de locais de encontro, de assembleias para discussão e partilha de ideias. Constitui-se de uma gigante árvore transformada em estrutura portátil, recoberta com têxteis que filtram a luz e simulam folhagem verde através de mãos humanas impressas. “…L’ arbre est un symbole fort, l’arbre à palabre sous lequel Saint Louis faisait régner la justice. Les exemples ne manquent pas. Il ne véhicule pas d’image violente, un arbre est toujours bien accueilli «on en voudrait d´ailleurs un peu plus». L´arbre est l´image de la tranquillité et de la sagesse. Nantes en possède un véritable exemple à la Botière (un châtaignier de plus de 1300 ans) »[iii]. É uma tenda itinerante encomendada para ser montada em praças da cidade de Nantes que recupera a ideia de assembleia pública. Criada para debates e reuniões de associações e grupos de cidadãos de Nantes, a árvore simbólica cria espaço de discussão e, paralelamente, enuncia a acessibilidade ao encontro, na inclusão da árvore, da mão, na transparência e na delimitação da protecção do encontro. A ideia deste projecto espacial é proporcionar o encontro e gerar diálogo. O espaço remete para a simplicidade e pureza das actividades mais simples: piquenique, repouso, oferta de protecção do sol, ou da chuva. É um espaço bucólico de abertura e convívio. Mas como activar um espaço? Como despoletar uma conversa, ou uma discussão, como criar uma esfera pública?

Contemporary gatherings

Evento 2009, Concertos na Prairie dês Girondins [foto: © Christian Lesemann]

A emergência da conversa e do espaço de discussão enquanto prática artística e curatorial, veio trazer uma nova centralidade à oralidade enquanto evento público. Nos últimos anos, diversos eventos de apresentação pública com formatos e espaços experimentais criam novas intersecções, reflectindo o crescente hibridismo entre áreas de criação, fazendo ensaios de porosidades e diálogos entre os mundos artístico, profissional e académico, tradicionalmente separados, ou mesmo de costas voltadas. A influência teórica que a “estética relacional” de Nicolas Bourriaud[iv] teve nas artes visuais, e nas áreas de contacto da criação contemporânea, será sido uma forte impulsionadora para e inúmeras experiências na concepção de encontros com formatos, modelos e dimensões diversas. Diferentemente da conferência especializada, do seminário, ou de outros formatos académicos que se orientam por temas convergentes e se dirigem a comunidades de conhecimento, as propostas de encontro com conteúdos misteriosos ou dispersivos, articulados por distintos modos de relação com o público exploram outras potencialidades do espaço discursivo. Conversar e proporcionar encontros públicos, ocupa um espaço importante em diversas programações culturais, tentando abrir espaço na esfera pública para uma nova geração [de eventos] que reflecte também e a progressiva erosão de fronteiras entre disciplinas.

As diversas edições das Marathons que Hans Ulrich Obrist organiza em Londres desde 2006, ou a multi-centrada Pecha Kucha Night japonesa[v], situam-se entre o encontro hype nocturno e uma geração de novos espaços de apresentação. Constituídos como plataformas de apresentação de ideias, ambos eventos assentam em formatos mais ou menos rígidos e duradouros, reprogramando conteúdos em cada nova edição. As Marathons, como o nome indica, são exercícios de endurance pela atenção dispensada a práticas de autores estabelecidos e a comunicações longas, enquanto a P.K.N., desafia a introdução de um formato dinâmico, sintético e multidisciplinar, para criadores com percursos e experiências diversas. Recorrendo a formatos e tácticas comunicacionais distintas, ambos eventos divulgação de experiências e manifestam o desejo dar visibilidade aos autores, o público é entendido como assistência.

As Marathons criadas pelo curador suíço Hans Ulrich Obrist são um evento-enciclopédia, uma plataforma de endurance e duração, em que conteúdo e perfomance se situam no tempo de uma apresentação. As diversas Marathons[vi] nasceram nos pavilhões de verão construídos temporariamente nos jardins da Serpentine Gallery, em Londres. Estão intimamente ligadas ao espaço do pavilhão sendo criadas para cada um deles como um dos programas que definem a forma espacial, e, directa ou indirectamente, articulam-se com o universo criativo do arquitecto/artista que o desenhou. As Marathons activam o espaço do pavilhão através do universo criativo do seu autor. A Interview Marathon [2006] dirigida por Obrist com Rem Koolhaas, que criara o pavilhão desse ano, foi uma longa entrevista de 24horas a 24 figuras proeminentes da cultura contemporânea; a Experiment Marathon [2007] programada com o artista Olafur Eliasson [que também criou o pavilhão] consistia em noções de experimentação apresentadas por 50 convidados; a Manifesto Marathon no pavilhão de Frank O. Gehry [2008] revia o estatuto do manifesto, e da ideia de movimento artístico, na contemporaneidade, em apresentações de 60 artistas em criadores ao longo de duas jornadas contínuas e, já em 2009, a Poetry Marathon[vii] ocorreu no pavilhão desenhado por SANAA. Espaço, público e apresentação definem uma atmosfera em que as ideias se espacializam ao longo de uma jornada. Coloca-se uma postura performativa ao orador, e endurance/resistência/permanência na duração do encontro.

A Pecha Kucha Night é uma série de apresentações curtas de conceitos, projectos e ideias. O formato é simples: 20 oradores com carreiras e experiências distintas dispõem de 6´40´´ cronometrados pelas 20 imagens projectadas que os acompanham. P.K.N. significa algo como blá blá blá blá em japonês, a comunicação baseia-se na oralidade, na fisicalidade e no sentido de ritmo do orador, bem como na presença em palco, acompanhados pelo poder da imagem. A P.K.N. permite ensaiar, vencer a timidez, dar a conhecer work in progress e aperfeiçoar a apresentação pública. A noite resulta num insight voyeurista ao universo dos vários criadores, sob a forma de um brainstorm de informação a editar posteriormente. Tal como as Marathons têm lugar em situação de auditório e de palco: orador e audiência estão separados por uma linha. O diálogo com a plateia está suprimido, contudo a informalidade dos espaços permite que esta invada o palco, alargando-se, posteriormente, pela noite onde se pode discutir por longo tempo o conteúdo das apresentações, estendendo o programa como local de sociabilização.

Ambos eventos diagnosticam um desejo de divulgação pública, dão relevo à oralidade, definem o formato, criam audiência e dão visibilidade aos participantes. Nestes jovens eventos, resulta visível e ordenada uma realidade comunicacional flexível e inventiva. Mas, urge repensar formas de participação no evento público que aprofundem modalidades de relacionalidade. Mais do que desenhar um espaço, coloca-se outra questão: como articular o espaço físico e o espaço discursivo, ou o espaço de reunião e a modalidade de encontro?

Tal como o salon ou o café no início da modernidade, alguns espaços programados exploram noções de hospitalidade, ou de plataforma de relação, e incluem os participantes em espaços de discussão e encontro. O projecto-evento BlackMarket for useful knowledge and non-knowledge[viii], concebido por Hannah Hurtzig, curadora e dramaturga, propõe um evento efémero em que se interligam especialistas (em áreas tanto especializadas como generalistas) e um público participante. Está concebido em diversas camadas, entre coreografia, cenografia, comunicação pública e comissariado. Neste evento é concedido espaço ao carácter performativo do conhecimento, tanto na expressão individual do orador como no evento de relação e transmissão de conteúdos àquele que participa. O público activa o seu evento, cada elemento do público adquire um encontro, com um especialista, num período de tempo determinado para uma conversa sobre um tema previamente proposto e disponível num menu de temas preparado. Cada elemento se senta num frente a frente com o seu especialista, em mesas dispostas em filas contínuas, que criam uma gigante ala de discussões, tal como num amplo cenáculo.

A justaposição de conversas a dois, e a troca de ideias em cada uma delas, ou as apresentações individualizadas nos casos de maior timidez, tornam-se num espectáculo performativo, entre arte relacional, coreografia de encontros e de troca de ideias, e momentos mais tarde, troca de lugares. Espaço, presença física e conversa criam uma experiência coreográfica em que observador/observado, comunicador/receptor, meio/mensagem se fundem numa experiência atmosférica e cenográfica. O modelo assenta nos matizes da relação entre apresentação/ recepção, em que especialista e público fazem parte de uma grande instalação visual e performativa. Diversos níveis de intimidade ocorrem no mesmo espaço: o frente a frente do orador e do público definem uma proximidade física, num tom de conversa ameno, que justaposto gera um burburinho que preenche as salas de teatro, ou de polidesportivos, onde os sussurros ecoam. A troca um-a-um, preenche a totalidade dos grandes halls, onde uma segunda camada de público sentado em galerias ou bancadas observa este denso repositório de conhecimento e de trocas. Recortando diversas camadas do espaço de encontro, os Black Market for useful knowledge and non-knowledge são encontros performativos, entre comunicação, coreografia e espectáculo visual que convida e envolve o seu público.

Performative Gathering


S. Luís, 2009 [foto: © Paulo Mendes]

Mas, que modelos curatoriais de encontro com o público se pode oferecer? Como potenciar ligações e proporcionar encontros entre convidados/público, ou oradores/participantes? As questões de participação e de relação entre o público/audiência, ou orador/comunicador; e a noção atmosférica de espaço-evento criado pelo encontro e pela palavra falada, foram centrais para pensar um programa de “conferências” do evento 2009. Que condições relacionais e espaciais proporcionariam uma aproximação do público? Como potenciar o diálogo? Encontros performativos, foi a denominação encontrada para um desafio que sabíamos que poderia apenas ser activado na performatividade das relações entre participantes: os oradores em palco e um público em deriva por Bordeaux. Mas que espaço e que modo de conversação? Seria necessário interpolar uma assistência vasta, passante e em deriva pelas praças e ruas de um evento cultural e artístico, que estaria dispersa pelos “monumentos furtivos” que seguem pela cidade; seria necessário, num segundo layer, criar uma longa e complexa tarde de conversa para um público mais especializado que permaneceria no espaço. Como desenhar a estrutura de um encontro aberto, e informal, de acesso livre e descodificado, veiculando conteúdos de áreas criativas e de conhecimento distintas?

Propôs-se um atravessamento dos fluxos da cidade: um chapiteau amarelo colocado no jardim central de Bordéus, junto à margem do rio Garonne, seria trespassado por uma passagem em que uma audiência, com acesso livre, cruzaria o espaço no percurso entre diversos pontos culturais da cidade e as instalações artísticas expostas. Pretendia-se um local que fosse uma centralidade nos movimentos de deriva pela cidade e que, retornando o enunciado da árvore, seria local de encontro interligando uma função simbólica – o de local designado para reunião – e gerando também, e especialmente, uma atmosfera de conforto e sombreamento que proporcionasse uma estadia. Lugar simbólico da discussão, proporcionaria um “sombreamento” confortável onde o colectivo achasse oportuno reunir, estabelecendo continuidades com o espaço público da cidade e propondo algum recolhimento.

Respublica, a instalação luminosa criada por Nicolas Milhé, assinalaria no exterior a questão em jogo, uma activação de discussão no domínio público. Três mesas, três ecrãs, vinte e quatro oradores, um dj e uma rádio local estariam ao longo de 4 horas discutir e fornecer interpretações da noção de “íntimo colectivo”[ix] e ou apresentações da concepção das peças expostas pela cidade. O espaço do chapiteau seria local de repouso/bar e de discussão das visitas da bienal, um ambiente informal, com mobiliário familiar e confortável, preparado para estadias mais longas. O chapiteau seria atravessado por um fluxo que se reconformaria em continuidades entre comunicação e público; pelas fricções da diversidade de questões e desacordo com os enunciados propostos; interrompendo com as apresentações audiovisuais as desinteressadas caminhadas; convidando a sentar no conforto físico do espaço e no desconforto de um público passante.

Ao longo de quatro horas, a relação orador/público tornou-se naquela de redefinição da direcção dos olhares: quem observa quem, quem ouve quem? Interrupção, interpolação, comunicação, e o ruído de fundo de um público que circula. Este foi um encontro performativo, em que a relação entre o público especializado, o fluxo de visitantes e os grupos de famílias de passantes, se confrontariam com um debate que convidaria a descontinuar, a deter e, a desacelerar o passo da visita.

Inês Moreira
Arquitecta (FAUP) e Mphil (UPC-Barcelona). Doutoranda no Goldsmiths College, Londres

Nota_ As ideias reunidas neste texto foram desenvolvidas em diferentes suportes: da discussão académica no contexto do Programa de Doutoramento em Curatorial Knowledge / Goldsmiths College em volta do potencial da enunciação do público através da palavra nas noções de “speech and action” nos textos de Hannah Arendt e da relação com o público na noção de “participation” desenvolvida nos textos de Irit Rogoff; à discussão informal sobre a centralidade que os modelos conversacionais podem ter enquanto ponte entre o meio profissional e o académico; à efectiva organização de encontros e discussões no contexto da plataforma curatorial petit CABANON, no Porto. Uma primeira versão deste texto foi publicada em 2007 na Revista Artecapital [on-line] Inês Moreira, Gathering: Reencontrar modos de encontro, 2007 [www.artecapital.net]. O presente texto foi desenvolvido e especialmente elaborado para o catálogo do evento 2009, Bordeaux.


[i] Heidegger, Martin – “The Thing”, 1951 texto reproduzido em Latour, Bruno, Weibel, Peter “Making Things Public. Atmosferes of democracy” ZKM, MIT, Karlsruhe e Londres, 2005

[ii] Dolmeyer, Barbara “Thing site, Tie, ting place. Venues for the administration of law” in Latour, Bruno, Weibel, Peter “Making Things Public. Atmosferes of democracy” ZKM, MIT, Karlsruhe e Londres, 2005

[iii] O projecto “Aux arbres, citoyens” é um chapiteau itinerante iniciado em Nantes, 2002–2003 por Tetrarc, com Concept plastique. Tenda itinerante representada na Exposição de França na Trienal de Arquitectura e reproduzida em www.architexture.culture.fr e http://www.citechaillot.fr/exposition/hors_les_murs.php?id=36

[iv] Bourriaud, Nicolas. Relational Aesthetics. Paris: la presses du réel, 2002. ISBN 2-84066-060-1

[v] Pecha Kucha Night é um evento criado em 2003 no Japão para apresentação informal de trabalhos de designer, foi recriado por colectivos e associações em inúmeras cidades Ocidentais e estendido a áreas da arte à performance. A programação actualizada das 252 cidades pode ser visitada no site geral da Pecha Kucha Night [www.pecha-kucha.org]

[vi] Sobre os conteúdos e os participantes nas diversas Marathons consultar documentação na secção “Talks and Events” do website da Serpentine Gallery [www.serpentinegallery.org].

[vii] Poetry Marathon 17-18 Outubro 2009, Pavilhão de Verão SANAA, Ser pentine Gallery, Londres. [www.serpentinegallery.org/2009/06/poetry_marathonsaturday_and_su.html]

[viii] BlackMarket for useful knowledge and non-knowledge, concebido por Hannah Hurtzig, teve desde 2005 doze edições, em cidades como Jaffa, Liverpool, Vienna, Graz, Istanbul, Berlin, Warsaw, Hamburg. A escala do encontro e o número de convidados diversifica, contudo o modelo de comunicação frente a frente durante um encontro individual determina o modelo. [www.mobileacademy-warsaw.com]

[ix] Sobre a noção de “íntimo colectivo” ver os três textos dos comissários Cláudia Martinho, Inês Moreira e Marcin Szczelina, bem como a transcrição/resumo dos conteúdos das 3 mesas de discussão.

One Response

Subscribe to comments with RSS.

  1. […] “A árvore é um lugar ancestral de encontro e reunião popular para debate, resolução e apl… (Inês Moreira) […]


Comments are closed.

%d bloggers like this: